PORTO COVO

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A freguesia de Porto Covo, nos meados do século XVIII, não era mais do que uma pequena e acolhedora povoação litoral, que lentamente se desenvolvia sobre a arriba, próximo de uma pequena enseada. Próximos de Porto Covo, na ilha do Pessegueiro, restam os dois fortes do Pessegueiro, únicos testemunhos do grandioso projecto que Filipe II de Espanha e I de Portugal havia concebido para ser um porto marítimo.

Ainda no séc. XVIII, o principal interesse de Porto Covo prendia-se com a utilização da calheta local e do ancoradouro do Pessegueiro, como portos de pesca e comércio. Mesmo este uso era limitado pelas condições climatéricas, porque quando o mar estava bravo era impossível entrar na barra de Porto Covo e, se estava mau tempo de Sudoeste, não era seguro o uso do abrigo do Pessegueiro. O local vai, no entanto, despertar a atenção de um grande capitalista, no último quartel de 700; era ele Jacinto Fernandes Bandeira, membro da alta burguesia comercial pombalina.

Em 13 de Junho de 1796, Jacinto Fernandes Bandeira obteve o direito de usar a denominação de senhor de Porto Covo. Em 15 de Agosto de 1805, foi feito barão de Porto Covo. Para concretizar o seu projecto de edificar uma povoação em Porto Covo, mandou fazer um plano constituído por dois desenhos, actualmente conservados no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.

Efectivamente, a nova povoação não correspondeu ao projecto do arquitecto Henrique Guilherme de Oliveira. O casario implantou-se a uma centena de metros para o interior, tendo os moradores a intenção, certamente, de fugir às desvantagens de tão grande proximidade da orla marítima. Ao que se sabe, o arquitecto não teria visitado o local e baseou-se apenas na teórica natureza ribeirinha para a execução do projecto.

Enquanto viveu, Jacinto Fernandes Bandeira empenhou-se no incremento da povoação. Faleceu em 30 de Maio de 1806, solteiro e deixou a sua enorme fortuna aos sobrinhos. Porto Covo nunca chegou também a desempenhar o almejado papel de porto do Alentejo. O litoral onde se localizava era muito pouco povoado. Teve um papel secundário como porto comercial. A pesca foi a actividade mais importante da população de Porto Covo, ostentando algum arcaísmo, visível no recurso a jangadas de cana, que se manteve quase até à actualidade. O desenvolvimento da povoação só registou uma aceleração com a criação do complexo industrial de Sines. Porto Covo tornou-se freguesia do concelho de Sines apenas em 1984.

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